MEMÓRIAS DE PAPÉIS.
Tão estranho como bibliotecas representam lugares sombrios para mim. Um dia, fui questionada reflexivamente sobre o porquê de abrigar um semblante triste e desapontado ao entrar em uma.
Desta vez, estou sozinha; apenas meus pensamentos focam-se em procurar a resposta para este medo. Minha postura mais reflexiva responde tudo tão rápido que, assim, percebo que, para pessoas como Rupi Kaur e eu, escrever é o reflexo da vida, semelhante até à brisa que sentimos ao sair de casa depois de longos dias padecidos.
Entrar em uma biblioteca é simplesmente visitar um cemitério de ideias brilhantes; portanto, percebo que, um dia, do outro lado do espelho, seremos apenas ideias idiotas e sem relevância.
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